Era uma vez um menino chamado Simão que queria ter um cão peludo e com olhos pretos, passado alguns dias depois, o desejo do menino realizou-se porque era o dia em que o menino fazia anos, 1 de Janeiro. Da mãe recebeu um cão como ele queria e abraçou-a. Ele disse assim: Que nome é que eu vou dar ao cão? Já sei, o nome que vais dar ao teu cão é Rex. É um nome bonito mãe. Então o Rex cresceu, cresceu até que ficou grande, depois o menino brincou com ele ficaram felizes.
O Vimieiro, era assim:
Em 1910 de 18 para 19 de Maio, espera-se em vão o cometa Halley, que produziu um verdadeiro pânico, principalmente quando a superstição invade povos simples, como eram as pessoas do Vimieiro, de então.
Nestes tempos, a electricidade ainda era uma miragem e, nesse dia, em todas as casas havia a luz dos candeeiros, o que dava à povoação um aspecto algo diferente. Na Capela do Senhor Conselheiro Botelheiro Perestrelo, reuniram-se para orar os familiares dos donos da Capela, o Sr. Paiva e esposa. Este S. Paiva foi o fundador da farmácia Monteiro. Senhor de porte distinto, o Sr. Paiva veio do Porto. A esposa era professora de piano.
Continuando com a espera do cometa Halley, a taberneira cá da terra, abriu a tasca, antevendo uma boa clientela. E se melhor o pensou, melhor o fez. Caiu-lhe em cheio um povo amedrontado com a morte eminente, que o cometa Halley, lhe traria. Nunca em toda a sua vida de taberneira terá vendido tanta aguardente – comentaria. – É que queriam morrer alegres.
Todos olhavam para o céu!
Fiquei sem saber se realmente o viram, ou se ele passou impávido e sereno, na sua existência deslumbrante.
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